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Animais domésticos

De hamsters a cachorros, passando por passarinhos, papagaios e outros bichos, até mesmo cobras, o ser humano acostumou-se a ter animais domésticos. Bem, alguns nem tão domésticos assim.

É claro que o cachorro e o gato são – de longe – os mais populares. Justamente por serem os mais “domésticos” – digamos assim. Adaptam-se ao ser humano com facilidade, além relacionarem-se com as pessoas mais estreitamente. Pelo menos até onde me chega o conhecimento, é difícil ver um passarinho caminhando ao lado de seu dono, pois não?

E entre gato e cachorro, creio que a maioria dos amantes de animais domésticos prefere o cachorro. Gato é meio na dele, cheio de personalidade, quase – diria eu – metido a bêsta. Cachorro não. É igual criança (calma lá papai… não estou comparando teu amado filhinho com cachorro não…).

Veja só as reações do cachorro. ele faz algo errado, você ralha com ele. O bichinho mucha as orelhas, cabisbaixo e sai de fininho. Dez segundos depois você muda o tom de voz, chama o nome dele e… iúhuuu! Lá vem o danado, abanando o rabo, todo feliz. Bom, alguns abanam o tôco do rabo, como meu saudoso amigo Max.

Outros animais domésticos

Mas nem só de cachorros vive o mundo dos animais domésticos. Tem gente que cria cobra. Pra quê eu não sei. De animais traiçoeiros já vivemos rodeados. Digo, o tipo que anda em duas pernas, não é macaco, fala e filia-se a partidos políticos.

Passarinho é legal. Já tive alguns. Os dois primeiros eram periquitos. Muito bonitinho o periquito. Mas não serve para absolutamente nada, a não ser fazer um barulho infernal. Não, não matei os dois, não. Cuidei direitinho. Morreram de morte morrida mesmo.

Depois, me deram um casal de canários. Oh, much better! O macho cantava que era uma beleza. Só pra você ter uma idéia, um vizinho tinha um curió que, pra quem não sabe, é conhecido com um dos passarinhos de mais belo canto. Pois o sujeito pediu meu canário emprestado para deixar ao lado do curió, para que este aprendesse a cantar, rerere. Curiózinho zoado…

E hamster? Entre os animais domésticos, creio que o mais estúpido é esse aí. Pelo menos um que a minha mãe tinha era. Na verdade não sei se era estúpido ou depressivo. Suicidou-se, o pobre rato. É verdade. Enfiou a cabeça pela grade da gaiola, escorregou para baixo e morreu asfixiado. Bem, pode ser que a gaiola não fosse apropriada para este tipo de roedor (é um roedor, certo?).

Papagaio já é um caso à parte. Acho até que tem alguns que não são de verdade. Imitações. Os que não falam. Pra quê ter um papagaio que não fala? “Ah… já peguei amor…”. Amar animais domésticos já é uma coisa meio complicada. Agora, amar um papagaio mudo é brabo. Solta no mato que é melhor. Brincadeira… não faça isso. O pobre nem sabe descolar um rango…

Uma grande utilidade do papagaio é servir de inspiração para anedotas, já reparou? Eu mesmo sei um bocado delas. Mas você não vai querer ler… são muitos velhas. Tá legal, vou mandar uma só.

Sujeito foi à loja de animais domésticos e viu um papagaio. Perguntou ao vendedor se o bicho falava. O vendedor disse:

– Se você puxar a perninha direita dele, fala inglês.

– E se eu puxar a perna esquerda? – perguntou o homem.

– Fala francês – respondeu o vendedor.

O cara se entusiasmou:

– E se eu puxar as duas pernas?

Ao que o próprio papagaio respondeu:

– Aí eu caio, seu fiduma égua!!! (e respondeu em português, alto e bom som…)

Animais domésticos e seus donos

Tem gente que não serve para ter um bichinho, vamos dizer a verdade. Brincadeiras à parte, tem muito bicho por aí sofrendo. Porque as pessoas pegam e não cuidam direito. Ou melhor… não cuidam.

É o pobre do cachorro que não tem sequer um lugarzinho protegido para dormir. Ou esconder-se da chuva. simplesmente largado ali no quintal dos fundos. Comida então, é resto jogado no chão mesmo. Vacina nunca viu.

E gata que dá cria e fica por ali com seus filhotes, abandonada à própria sorte. Azar, melhor dizendo. Nem leite pros bichinhos a coitada tem. É claro, não se alimenta…

Caramba, tava indo tão bem… Agora inventei de falar de coisa ruim. Mas é verdade. Pobre do animal que cai na mão de uma pessoa assim. E nem adianta alegar que não tem condições, não tem dinheiro. Em primeiro lugar, nem deveria ter pegado o animal, para “criar” desse jeito. Em segundo lugar, o que custa fazer pelo menos uma casinha com tábuas velhas catadas no lixo? Colocar uns trapos velhos na casinha? Arrumar uma vasilha para colocar a comida? Ah, sim… e lavar os trapos de vez em quando. E a vasilha também. Custa trabalho. E a preguiça não deixa. Essa é a verdade.

Portanto, se você é um preguiçoso inveterado, não se meta com animais domésticos. Deixe para pessoas que gostam e não se importam de ter um pouco de trabalho para cuidar dos bichinhos.

About the Author Bruno