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Afinal, o que é livre arbitrio?

livre arbitrioCheguei a escutar o termo quando era jovem, e confesso que não tinha idéia do que significasse. Pela simples razão de não me interessar. Eu não queria saber o que é livre arbitrio. Aquilo não me preocupava em absoluto.

Em minha santa preguiça mental, associava – talvez – como algo ligado a arbitrar. Mas também não sabia que raios seria arbitrar. Mas ouvia locutores esportivos chamando o juiz do jogo de futebol de árbitro. “Ah… deve ser algo assim. Como decidir, julgar…” – pode ser que eu tenha pensado.

Como você pode ver, associações de termos desconhecidos com outros conhecidos, podem ajudar a solucionar um problema. Ou torná-lo mais complicado ainda. Neste caso, tomando-se o caminho certo, ajudou.

O que é livre arbitrio?

Se tomarmos o caminho esportivo, do juiz de futebol, sem desviar-nos do teor da coisa, teremos que o juiz decide algo que, de outra maneira ficaria difícil. Dois jogadores se “encontram” delicadamente. O juiz apita e decide que o jogador A cometeu uma falta sobre o jogador B. Concluo então que no jogo de futebol não há livre arbitrio. Só uma pessoa decide.

Lembro-me quando era garoto e participava assiduamente das “peladas” de futebol do bairro. Como todos queriam jogar, jamais havia um voluntário para ser juiz. E mesmo que houvesse, se conhecesse a macacada não iria topar ser o juiz. Acabaria levando uns petelecos. A moçada levava a coisa a ferro e fogo.

Nossa partidas então seguiam sem juiz. Geralmente não havia problemas. Aquelas faltas muito claras eram resolvidas rapidamente. Uns dois, três gritavam “falta” e pronto. Neste caso, havia livre arbitrio. Todos os jogadores tinham – teoricamente – o poder de decidir se foi falta ou não. Na prática não era bem assim.

Os mais fracos – de físico e personalidade – sempre saiam perdendo. Tomavam uma canelada, gritavam “falta”, mas o jogo seguia em frente. Já os mais fortes, mais metidos, muitas vezes exerciam seu livre-arbitrio para vantagem pessoal, “gritando” faltas inexistentes, por exemplo.

Enfim, nem é preciso ir muito mais longe, certo? Livre arbitrio é isso. Decidir algo por si mesmo. Em sua vida, no dia-a-dia, em casa, na empresa.

Por exemplo: você está andando na rua e alguém esbarra em seu ombro, fazendo com que você perca o equilíbrio, derrube algo que segurava nas mãos e quase caia no chão. A outra pessoa tem o livre arbitrio de pedir desculpas ou sair andando como se nada tivesse acontecido. Você tem o livre arbitrio de aceitar as desculpas (caso tenham sido oferecidas), não aceitar e partir para a ignorância, ou, caso não tenham sido oferecidas desculpas, ficar quieto ou mandar o sujeito para aquele lugar (não faça isso, é feio e pode causar problemas sérios).

Você tem livre arbitrio sobre sua vida

Acreditar que tudo já está decidido e que você nada pode fazer para mudar, é chamado de determinismo. O que – na minha opinião – não é verdade. Repare como muitos acontecimentos em sua vida são resultantes de suas decisões. Por exemplo: você paga um consórcio por alguns meses e é contemplado. Pura sorte, não é? Mas lembre-se que lá atrás você decidiu comprar o consórcio. E antes disso você discutiu com sua mulher o que seria melhor: comprar o consórcio ou guardar o dinheiro na poupança para comprar o carro mais adiante, à vista. Ora, é claro que não estava determinado que você seria sorteado. Você não é um autômato manejado por controle remoto. As suas decisões influem – e muito – na sua vida.

Já vi muitas vezes um ladrão “justificar” seu roubo pelo fato de não achar emprêgo e ter que sustentar a família. Ele “não tinha opção”. Isso é mentira. Assim fosse, qualquer atitude seria justificada. Ele exerceu seu livre arbitrio. E tomou o caminho errado.

Deus e o livre arbitrio

Já vi muitos confundirem completamente as bolas nesta questão. Alguns – muitos – usam o livre arbitrio que Deus nos deu de maneira errada. Tomam decisões ruins. E se dão mal. Aí, desistem momentaneamente do livre arbitrio, colocando a culpa em alguém. Até mesmo em Deus, que nada teve a ver com a má decisão.

Outros querem exercer abundantemente seu livre arbitrio, sair por aí fazendo “gato e sapato” de tudo e de todos, tomar decisões de qualquer maneira, pensado que no final terão o mesmo destino que outros que tomaram decisões corretas e souberam fazer bom uso do livre arbitrio. Acabam se dando mal também.

Porque Deus nos deu o livre arbitrio, é verdade. Mas Ele (Deus) não disse que o resultado seria sempre o mesmo, disse? Não, Ele não disse. Seria a mesma coisa que se Deus dissesse: “fazei neste mundo o que lhes der na telha e Eu vos livrarei…”. Deus jamais disse isso e jamais diria.

Assim como nosso livre arbitrio influi em nossas vidas aqui na terra, também influi naquilo que virá após esta vida. 

O artigo já está de bom tamanho e eu não gosto de alisar ninguém. Portanto, vamos direto ao assunto: decisão correta = salvação, vida eterna. Decisão errada = inferno, condenação.

E qual é a decisão correta, neste caso? Deus nos deu uma grande oportunidade. Nos enviou Jesus Cristo, que pagou pelos nossos pecados. E avisou: “todo aquele que n’Ele (Jesus) crê, não perecerá, mas terá vida eterna. Será chamado filho de Deus.

Tome a decisão certa hoje. Só há dois caminhos. Tenho certeza de que você não quer tomar o caminho errado. Use sensatamente o seu livre arbitrio.

About the Author Bruno

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